JORNALISTAS E MAGISTRADOS DEBATERÃO A DIVULGAÇÃO DE NOTÍCIAS SOBRE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NOS ÓRGÃOS DE IMPRENSA

Notícia publicada por DECOI – TJRJ em 01/12/2023 10:52

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), em apoio à campanha mundial dos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, promove, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM), o evento “Mídia, Mulher e Justiça”. Serão debatidas questões como a divulgação de notícias sobre a violência doméstica pelos jornalistas e órgãos de imprensa.

O encontro, no próximo dia 4 de dezembro, às 14h, no Salão Histórico do I Tribunal do Júri, no Museu da Justiça, reunirá magistrados (as) e membros (as) da Coordenadoria, e terá palestras de jornalistas e escritoras engajadas na luta contra a violência de gênero, que palestrarão para o público interno do TJRJ

O evento será aberto pela desembargadora Adriana Ramos de Mello, coordenadora da COEM, e pelas jornalistas Fernanda da Escóssia (Aos Fatos), Vera Araújo (O Globo), Vitória Régia da Silva (Associação Gênero e Número), Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues (jornalistas autoras do livro “Histórias de Morte Matada Contadas Feito Morte Morrida”).

Haverá também o lançamento do livro “Invisíveis – Uma etnografia sobre brasileiros sem documento”, de Fernanda da Escóssia.

As juízas Elen Barbosa e Luciana Fiala serão as mediadoras do encontro.

 

Como assistir

 

Para assistir às palestras presencialmente, basta comparecer à recepção do Museu da Justiça, com antecedência mínima de 30 minutos, para retirada de senha.

O acesso on-line será pela plataforma Microsoft TEAMS, utilizando o login com o e-mail funcional, por meio do link abaixo:

https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_YjA1Zjk1ZmYtNzVlYi00MmU0LTgzMGMtODNiOGY1ODM1OGRj%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%22ce4e1164-986f-4132-85d1-1e3c17cf7d6e%22%2c%22Oid%22%3a%22b751e716-83c4-4815-8251-9cefe10b4194%22%7d

 

Violência contra a mulher

O Dossiê Mulher 2023 do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelou que o Estado do Rio de Janeiro registrou 111 feminicídios no ano passado. Pelo menos cinco em cada 10 mulheres que perderam a vida tinham sofrido algum tipo de violência anteriormente.

No mesmo período, o Brasil teve um recorde de feminicídios, com 1.437 vítimas, um aumento de 6,1% em relação ao ano anterior. O país registrou ainda um crescimento de todos os indicadores de violência contra a mulher, como lesão corporal (2,9%), concessão de medidas protetivas (13,7%) e ameaça (7,2%), segundo o 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Já no 1º semestre deste ano (2023), o país registrou 722 feminicídios conforme levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

 

16 Dias de Ativismo

A campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” foi criada em 1991, através do Centro de Liderança Global das Mulheres, e busca articular pessoas, instituições e organizações em todo o mundo para prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas. Em todo o mundo, os 16 dias abrangem o período de 25 de novembro a 10 de dezembro e se baseia na Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, além de se orientar rumo ao alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 5 da Agenda 2030 (ONU).

 

Departamento de Comunicação Interna

O NABALANCANF APENAS REPOSTA A NOTÍCIA QUE SE FEZ PÚBLICA SEM TECER QUALQUER COMENTÁRIO A RESPEITO DA MATÉRIA OU SE RESPONSABILIZAR PELA MESMA. TEM O CUNHO MERAMENTE INFORMATIVO.
Fonte
TJRJ

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