Mês da Mediação Escolar tem foco no enfrentamento à misoginia entre adolescentes

A Escola de Mediação do Estado do Rio de Janeiro (Emedi), em parceria com o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), realiza, ao longo de maio, a segunda edição do Mês da Mediação Escolar, consolidando uma agenda estratégica voltada ao fortalecimento do diálogo, da educação e da cultura de paz no ambiente escolar.

Desta vez, o projeto ganha ainda mais relevância ao trazer para o centro do debate um tema sensível e urgente: a misoginia entre adolescentes e seus impactos no cotidiano escolar. Em um cenário marcado por transformações nas dinâmicas sociais e pela crescente influência dos ambientes digitais, a proposta é fomentar respostas educativas que priorizem a escuta, a responsabilização e a reconstrução de vínculos.

A programação já está em andamento, com ações formativas voltadas a profissionais da educação e do sistema de Justiça, incluindo curso e oficinas temáticas sobre práticas restaurativas, comunicação não violenta e mediação escolar, iniciativas que reforçam a atuação preventiva e a construção de ambientes mais dialógicos.

O ponto alto da programação será o II Seminário “Ser e Conviver nas Escolas: Articulação entre Judiciário, Família, Escolas e Redes de Proteção no Enfrentamento da Misoginia”, que acontece no dia 28 de maio, das 9h às 17h. O encontro propõe um espaço qualificado de reflexão e construção coletiva sobre caminhos possíveis para enfrentar a violência de gênero nas escolas, reunindo especialistas, operadores do Direito e profissionais da educação. A programação inclui painéis sobre as causas e manifestações da misoginia entre adolescentes, o papel da escola na prevenção e transformação de conflitos e a aplicação da justiça restaurativa no contexto escolar.

Voltado a magistrados, servidores, mediadores, educadores, psicólogos, assistentes sociais, conselheiros tutelares e estudantes convidados, o seminário reforça a importância da atuação integrada entre Judiciário, escolas, famílias e redes de proteção na construção de soluções efetivas. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo link.

Mais do que uma programação institucional, a iniciativa se afirma como um movimento de transformação cultural, que aposta no diálogo como ferramenta essencial para prevenir violências e promover relações mais respeitosas dentro e fora das escolas.

Fonte: Emedi/TJRJ

Edição: SF/SGCOS

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TJRJ

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