A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), sob a presidência do desembargador Carlos Alberto Civinski, voltou às atividades na última quinta-feira (18) com a realização de sessão presencial que apreciou mais de 190 processos. Os trabalhos iniciados ainda pela manhã se estenderam até o final da tarde. Uma das matérias apreciadas tratou de habeas corpus impetrado pela defesa de um morador de uma galeria no centro de Florianópolis, de uso misto entre imóveis comerciais e residenciais, que atirou contra o funcionário de uma loja de sucos por causa do barulho. O pedido de liberdade do acusado, que é atirador desportivo e responde pelo crime de tentativa de homicídio, foi negado.
Além do desembargador presidente, o órgão julgador esteve composto nesta sessão pela desembargadora Ana Lia Moura Lisboa Carneiro e pelos desembargadores Paulo Roberto Sartorato e Ariovaldo Rogério Ribeiro da Silva. O Ministério Público foi representado pelo procurador Júlio César Mafra, que estreou na Corte catarinense. Já o servidor Alexandre Hansel atuou como secretário da câmara. Com 11 pedidos de sustentação oral, os operadores do direito desenvolveram amplas discussões sobre as questões apresentadas, garantindo a preservação da Justiça. Os crimes mais comuns nesta sessão foram: homicídio, tráfico de drogas, roubo, corrupção, estupro, ameaça, furto e organização criminosa.
HC indeferido
Segundo a denúncia do Ministério Público, no dia 13 de abril de 2023, por volta das 6h20, em uma galeria situada na rua Felipe Schmidt, um atirador desportivo tentou matar o funcionário de uma loja de sucos com um disparo de arma de fogo. O homicídio não foi concretizado porque o acusado errou o tiro. A motivação foi o barulho produzido pelos funcionários do estabelecimento comercial ao abrir a porta de esteira pela manhã.

Conteúdo: Assessoria de Imprensa/NCI
Responsável: Ângelo Medeiros – Reg. Prof.: SC00445(JP)
