TJSP realiza estudos de acessibilidade no Museu do Ipiranga

Objetivo é conhecer e implementar novos recursos no Tribunal.
O Tribunal de Justiça de São Paulo realizou, nesta quarta-feira (10), visita técnica ao Museu do Ipiranga, na Capital, para avaliar oportunidades de melhorias de acessibilidade no Judiciário paulista. A iniciativa é a primeira ação do projeto TJSP Mais Acessível e foi organizada pela Seção de Acessibilidade e Inclusão, vinculada à Diretoria de Apoio aos Servidores (Daps). Na ocasião, 28 servidores – entre eles, funcionários com deficiência visual, auditiva e física – conheceram os recursos de acessibilidade disponíveis no museu, que integra a Universidade de São Paulo (USP).
A escolha do local considerou a implantação de mecanismos como audiodescrição, libras, audioguia, piso tátil, estrutura física adaptada e elementos voltados para o toque e exploração sensorial nas salas e exposições, possibilitando uma experiência interativa entre o público e as obras.
Nesse sentido, a diretora da Daps, Patrícia de Rosa Pucci Canavarro, evidenciou que essa pesquisa de campo se relaciona com a atuação do Tribunal voltada à implementação de acessibilidade arquitetônica, digital e atitudinal. “A ideia é visitar, também, outros locais, para conhecermos os recursos disponíveis”, explicou. Oportunamente, os participantes responderão a um questionário para que sejam identificadas quais ações já introduzidas no museu podem ser interessantes para o Judiciário.
A enfermeira judiciária Sheila de Souza Vieira possui deficiência auditiva e destacou a boa experiência a partir dos recursos audiovisuais, com intérprete de libras e legendas em todas as explicações das exposições. Já as peças destinadas à exploração sensorial chamaram a atenção da estenotipista Angélica Cardoso Gama, que tem deficiência visual. “Enquanto a guia estava falando, eu estava tocando os objetos. Isso foi o mais impressionante”, pontuou.
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  Comunicação Social TJSP – BC (texto) / PS (fotos)
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Fonte
TJSP

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