PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PARA MEDIADORES REALIZA PRIMEIRA ATIVIDADE DO ANO

Mediadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) tiveram, nesta terça-feira (28/02), a oportunidade de debater ideias e soluções para desafios e problemas enfrentados no mundo corporativo no primeiro encontro do Programa de Aprimoramento para Mediadores (PAM) deste ano. A atividade “Workshop em Empreendendo na Mediação” foi conduzida por Andrea Maia, fundadora do Mediar 360 e Mediar 360 Training.

Andrea acredita que as empresas têm se preparado melhor para lidar com os usuários e clientes, resultado do que ela acredita que seja um desenvolvimento da noção de que empreender é identificar mudanças e criar novas oportunidades, práticas que também podem ser estimuladas em casa e na escola.

“Um bom empreendedor precisa ser criativo, organizado e com capacidade de solução de problemas. Algumas competências de alguém que empreende, como empatia, inteligência emocional e adaptabilidade, podem ser estimuladas no cotidiano, facilitando a resolução de conflitos em todas as áreas”, defendeu.

Advogada de formação, Andrea descobriu a mediação em 2010, quando fez o primeiro curso na área e, pouco tempos depois, aplicou os conhecimentos ajudando a solucionar seus problemas. De acordo com a palestrante, a cultura da mediação tem crescido, com mais pessoas interessadas no tema e buscando capacitação, mas ainda é preciso fortalecer o método através de experiências práticas e explicações claras para captar as pessoas.

“O Brasil tem uma cultura muito litigante. Os juízes trabalham bastante, são ativos, mas não há vazão diante de tantos processos que chegam ao Judiciário. A única forma de melhorarmos esse quadro é divulgar e incentivar a mediação, quem conhece aprova e passa adiante”, disse.

A visão é compartilhada por Claudia Maria Ferreira de Souza, coordenadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC). Ela acredita que o campo de atuação da mediação é extenso e deve ir além do Poder Judiciário.

“É uma política para que a sociedade se apodere dessas ferramentas para resolver seus conflitos sem precisar do Judiciário, precisando só de um terceiro quando já foram esgotadas todas as possibilidades, por exemplo fortalecendo a mediação em centros comunitários. Quanto antes for tratado, menos grave será o conflito”, afirmou.

JGP/FS/MB

Fotos: Felipe Cavalcanti/TJRJ

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Fonte
TJRJ

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