PRESIDENTE DO TJRJ FAZ BALANÇO DE SEIS MESES DA GESTÃO E DESTACA MODERNIZAÇÃO DO JUDICIÁRIO FLUMINENSE EM ENTREVISTA AO JOGO DO PODER

     O presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Cardozo, é entrevistado pelo jornalista Ricardo Bruno 

Modernização do Judiciário, com atualizações de governança, sustentabilidade, responsabilidade social, inteligência artificial e facilitação do acesso à Justiça. Estes foram os principais temas abordados pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, durante entrevista ao jornalista Ricardo Bruno no programa Jogo do Poder, veiculado pela emissora CNT no último domingo.

Na ocasião, o chefe do Poder Judiciário fluminense fez ainda um balanço do primeiro semestre de sua gestão. “Faremos no dia três de agosto agora seis meses. Chegamos com um propósito de transformação do Poder Judiciário, uma bandeira centrada na governança moderna, uma reestruturação da área tecnológica e também atuação nas áreas de sustentabilidade e responsabilidade social”, citando ainda sua preocupação com governança, compliance e inovação, tendo criado um laboratório de ideias de inovação, além de um código de ética para todos os servidores do Poder Judiciário.

Sobre o uso de tecnologia, o presidente do TJRJ relatou que está adquirindo nuvem privada para ampliação do armazenamento, comprando novos computadores em substituição a equipamentos mais antigos e tratou ainda do uso da inteligência artificial. “O juiz nunca vai deixar de existir. A inteligência artificial veio para facilitar o trabalho do juiz”, afirmou.

Para o magistrado, o acesso à Justiça deve ser facilitado. “O cidadão tem que estar próximo da Justiça, saber que pode contar. Nós, magistrados, temos que saber que não estamos fazendo favor. Recebemos uma remuneração para prestar um bom serviço. O acesso tem que estar facilitado, e o usuário tem que entender a linguagem”, disse, defendendo o uso de um linguajar mais acessível e citando programas como a Justiça Itinerante, que leva o Judiciário a locais mais distantes dos fóruns.

Ricardo Cardozo lembrou ainda de períodos recentes difíceis vividos pelo estado do Rio, que passou por crise política e financeira. Em relação à pandemia, embora tenha sido um período de grande produtividade na Justiça do Rio com o trabalho remoto, o presidente do TJ defende que a atividade presencial faz diferença. “A sociedade se sente acolhida, o juiz representa a Justiça, o equilíbrio entre os Poderes”, afirmou citando que, sobretudo no interior, essa presença é de grande relevância.

O magistrado falou ainda de projetos futuros e revelou que ser presidente do Judiciário fluminense sempre foi um sonho. “Já entrei para juiz dizendo que um dia seria presidente do Tribunal. Não sabia se ia ganhar, mas eu ia tentar”, disse, compartilhando ainda que se preparou para a função ao longo da carreira, em que exerceu também os cargos de corregedor e diretor-geral da Escola da Magistratura do Rio (Emerj).

Confira a entrevista, clicando aqui (link – https://www.youtube.com/live/fwe0B9Zx_ts?feature=share).

 

Foto: Rosane Naylor/TJRJ

SP

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Fonte
TJRJ

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