Grupo Gestor da Justiça Restaurativa realiza primeiro evento do ano

Comitê integra Coordenadoria da Infância e da Juventude. 
O Grupo Gestor da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça de São Paulo (GGJR), ligado à Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ), realizou, hoje (20), na Escola Paulista da Magistratura (EPM), o encontro “Justiça Restaurativa: evento de abertura 2024”, com transmissão pelo aplicativo Teams. A iniciativa contou com a participação de magistrados e servidores dedicados às práticas restaurativas, sob a condução do coordenador da CIJ, desembargador Reinaldo Cintra Torres de Carvalho.
O magistrado falou sobre a importância da Justiça Restaurativa para uma sociedade mais justa e empática. “É o instrumento que temos para que nossa sociedade atenda, efetivamente, aos interesses de todos, com paz e cordialidade”, destacou.
Todos os integrantes da mesa de honra fizeram uso da palavra para ressaltar a relevância e os impactos dos trabalhos desenvolvidos. A vice-coordenadora da CIJ, desembargadora Gilda Cerqueira Alves Barbosa Amaral Diodatti, salientou o comprometimento dos que atuam no processo. “Os juízes relacionados à JR vão além de sua atividade jurisdicional, que é muito intensa. Eles saem de seus gabinetes e buscam mais do que uma forma de Justiça, mas uma cultura de pacificação social, harmônica e com melhor convivência social, sem as quais a vida em sociedade se torna inviável”, afirmou.
O coordenador da Área de Justiça Restaurativa da EPM, desembargador Ademir de Carvalho Benedito, observou a recuperação trazida pela JR. “Ela procura restaurar o bom relacionamento entre as pessoas sem deixar de cobrar responsabilidade daqueles que agem infringindo as leis”, disse. Já a diretora substituta da Diretoria de Apoio Administrativo e Técnico à Coordenadoria da Infância e da Juventude, Carmen Giadans Corbillon, agradeceu pela dedicação dos servidores.
Na sequência, magistrados integrantes do GGJR ocuparam o dispositivo de honra para apresentar as atividades realizadas no último ano. O juiz Egberto de Almeida Penido falou sobre a Justiça Restaurativa como parte da CIJ. “A razão pelo qual o GGJR está alocado na CIJ é porque nasceu ali e tem essa convergência de pensar em uma resposta socioeducativa, com corresponsabilidade, e no fenômeno da violência em sua complexidade”, disse. “A JR chega com a proposta de ser anfitriã para que todos pensem em caminhos de diálogo, tolerância, responsabilidade, corresponsabilidade e amor”, declarou o juiz Marcelo Nalesso Salmaso.
Os juízes Eliane Cristina Cinto, da 1ª Vara de Laranjal Paulista, e Marcelo da Cunha Bergo, da Vara da Infância e da Juventude, Atos Infracionais e Medidas Socioeducativas de Campinas, apontaram, respectivamente, que o evento é simbólico para “pensarmos no que podemos fazer em 2024” e que “a CIJ atua mais próximo do cidadão com a rede proporcionada pela JR”. A supervisora do Serviço de JR, Andrea Svicero, convidou as comarcas a pensarem em planos de ação.
Em seguida, as juízas Michelli Vieira do Lago Ruesta Changman, da 2ª Vara de Nova Odessa; Raquel Grellet Pereira, da 1ª Vara Criminal de Ourinhos; e Elaine Cristina Pulcineli Vieira Gonçalves, da 15ª Vara Criminal da Capital, compartilharam as experiências e ações realizadas ao longo de 2023, como palestras, encontros, cursos e parcerias com instituições públicas.
Justiça Restaurativa – É um conjunto de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que busca conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência. Por meio da JR, os conflitos são solucionados de modo estruturado com a participação do ofensor e, quando houver, da vítima, dos seus familiares e demais envolvidos, com a presença de um ou mais facilitadores restaurativos.
Comunicação Social TJSP – BC (texto) / MB (fotos) / KS (reprodução e arte)
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Fonte
TJSP

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