Com apoio da Vara da Infância, Apadrinhamento Afetivo é tema de evento em Criciúma

Para incentivar o convívio familiar e comunitário de crianças e adolescentes em acolhimento, com remotas chances de adoção ou colocação em famílias substitutas, o projeto de Apadrinhamento Afetivo voltou a ser tema de palestra na última sexta-feira (31/3), em Criciúma. Em mais uma edição do evento “Amor sem medidas”, promovido pela Associação Beneficente Nossa Casa, em parceria com a Vara da Infância e Juventude e Anexos da comarca de Criciúma, a psicóloga Samara Barbosa, responsável pelo projeto na ABNC, explicou, em especial, a diferença entre o apadrinhamento e a adoção. O encontro aconteceu na Associação Empresarial de Criciúma (Acic).

A profissional também detalhou como funciona a iniciativa que tem como objetivo oportunizar aos acolhidos a vivência de vínculos afetivos individualizados e duradouros e a ampliação de suas experiências sociais, culturais e de convivência familiar. O evento também marcou a ampliação do projeto, que foi iniciado em 2018 na Nossa Casa, e agora também irá abranger às crianças e adolescentes que estão acolhidos institucionalmente nos abrigos Lar Azul e Florescer, também de Criciúma.

Para poder figurar como candidato a padrinho e madrinha afetivo é preciso cumprir alguns requisitos, entre eles ter idade mínima de 18 anos, residir nos municípios abrangidos pela comarca, não poder estar inscritos no cadastro para adoção, apresentar a documentação necessária, participar de todas as etapas para a habilitação, estar disponível no mínimo dois períodos por mês, ter a total concordância do(a) cônjuge e de sua família, e possuir disponibilidade para participar de oficinas e outros eventos, além de disposição, tempo, responsabilidade e afeto, igualmente necessários para prosseguir com o projeto e tornar-se referência na vida de uma criança e adolescente.

Imagens: Divulgação/Comarca de Criciúma
Conteúdo: Assessoria de Imprensa/NCI
Responsável: Ângelo Medeiros – Reg. Prof.: SC00445(JP)
O NABALANCANF APENAS REPOSTA A NOTÍCIA QUE SE FEZ PÚBLICA SEM TECER QUALQUER COMENTÁRIO A RESPEITO DA MATÉRIA OU SE RESPONSABILIZAR PELA MESMA. TEM O CUNHO MERAMENTE INFORMATIVO.
Fonte
TJSC

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