Desembargador Wagner Cinelli e banda encerram Feira Literária da Magistratura

Entre petições, sentenças e decisões, o desembargador Wagner Cinelli encontra na música uma forma de se expressar artisticamente. Inserido no meio desde a infância, o magistrado faz parte da banda Urca Bossa Jazz, que se apresentou na tarde desta sexta-feira, 9 de outubro.

A performance encerrou a 2ª Feira Literária da Magistratura (Flimag), iniciativa da Associação Nacional de Desembargadores (Andes), em parceria com o Instituto dos Magistrados do Brasil (IMB), a Academia Brasileira de Letras da Magistratura (ABLM) e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Ela tem como objetivo mostrar o lado cultural e criativo de quem atua no ambiente jurídico.

Ao longo da apresentação, o elenco – composto pelo músico Marcos Ariel, o saxofonista Tino Junior e o percussionista Paulinho Criança – interpretou, no Espaço de Arte Desembargador Deocleciano Martins de Oliveira Filho, instrumentais de clássicos da Bossa Nova. “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e “Samba de Verão”, composta pelos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle, foram algumas das obras reproduzidas.

O desembargador Wagner Cinelli se juntou aos outros artistas para tocar duas de suas composições autorais. “Catwalk” surgiu após um sorrateiro gato tentar atacar a gaiola de seu canário belga. A música permeia diferentes sensações, como pressa e suspense. Já “Mister Joplin” é uma homenagem a Scott Joplin, pianista norte-americano qualificado pelo magistrado como o “Rei do ragtime”, estilo que remete ao sul dos Estados Unidos e ao jazz.

“Busco inspiração em diversos estilos musicais. Gosto de MPB, de choro, da brasilidade na música, mas também do que acontece lá fora. A música é uma coisa maravilhosa, tanto as letras quanto a música instrumental”, destacou o magistrado.

                                                                   Performance encerrou a 2ª Feira Literária da Magistratura (Flimag)

Relação entre a música e o Judiciário 

Para o desembargador, as manifestações artísticas têm o poder de transmitir mensagens e fazer as pessoas pensarem sobre questões sociais, algo que está diretamente ligado ao Judiciário.

“A música é uma coisa maravilhosa. Não só a música, mas todas as artes são importantes na nossa vida, porque entram na nossa bagagem. Acho que nos tornamos pessoas mais sensíveis e com maior capacidade de refletir sobre as questões do mundo e da vida quando gostamos de livros, literatura e artes”, concluiu.

DA*/ IA

*Estagiário sob supervisão

Fotos: Kaique Galiza/TJRJ

O NABALANCANF APENAS REPOSTA A NOTÍCIA QUE SE FEZ PÚBLICA SEM TECER QUALQUER COMENTÁRIO A RESPEITO DA MATÉRIA OU SE RESPONSABILIZAR PELA MESMA. TEM O CUNHO MERAMENTE INFORMATIVO.
Fonte
TJRJ

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × 5 =

Especialista

Olá! você têm alguma dúvida?