Publicado em 20/11/2023
Em 300 anos, entre os séculos 16 e 19, quatro milhões de homens, mulheres e crianças africanas foram trazidas à força para serem mantidas em cativeiro no Brasil. A escravidão negra é uma mancha indelével da história nacional, e a expressão extrema da negação dos direitos fundamentais da pessoa humana.
Nesse sentido, lembrar a luta de resistência contra a violência e a discriminação racial é também evocar o papel da Justiça na salvaguarda dos direitos individuais, coletivos e sociais, indispensáveis para a construção de uma sociedade livre, fraterna, pluralista e sem preconceitos.
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