PRESIDENTE DO STJ ELOGIA FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS, MAS RESSALTA QUE NADA SUBSTITUI O CONTATO ENTRE JUÍZES E QUEM BUSCA JUSTIÇA

Uma Justiça com ética, sensível, humana, imparcial e que corrija injustiças foi o que defendeu o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, durante palestra na 49ª Edição do Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje), realizado no plenário do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

Na palestra “O Estado Democrático de Direito e os efeitos civilizatórios do Sistema dos Juizados Especiais”, o ministro agradeceu ao presidente do TJRJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira por receber a todos “tão calorosamente”, assim como a desembargadora Maria Helena Pinto Machado, presidente da Comissão Judiciária de Articulação dos Juizados Especiais (Cojes); a desembargadora Cristina Gaulia, diretora da Escola de Magistratura do Estado do Rio de janeiro (Emerj); e ao presdiente do Fonaje, juiz Alexandre Chini Neto, entre outros, pela realização e organização do evento.

Para o presidente do STJ, os avanços tecnológicos e as modernas ferramentas hoje à disposição no mundo são importantes para oferecer aos cidadãos celeridade e eficiência, justamente o que os juizados especiais têm por objetivo em sua criação e atuação.

“ Sou um incentivador das máquinas e da tecnologia. Foi ela que nos possibilitou o trabalho remoto, as palestras e os encontros. Gosto também da inteligência artificial e lembro que tudo isso foi feito pelo homem. Mas nada substituiu o calor humano, a presença, o olho no olho, tão importante para nós, magistrados, na hora de julgar e dar a quem precisa a verdadeira Justiça”, frisou Martins.

Ele destacou, em sua palestra no dia do encerramento do evento, a importância dos juizados especiais para o atendimento célebre e de questões que importam, na maioria das vezes, aos cidadãos menos assistidos.

“Esse evento proporciona uma forma de aperfeiçoar o nosso trabalho e dos juizados especiais, buscando novas soluções e a maneira de atender. Não existe problema maior ou de menor importância, principalmente sobre o valor do bem que se questiona. Ele é muito grande para quem comprou um liquidificador e foi enganado e um outro que tem uma ação milionária. Por isso, homenageio aqui todos os juízes dos nossos Juizados Especiais Cíveis”, completou o ministro Humberto Martins.

PF/MB

Fotos: Brunno Dantas/TJRJ

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Fonte
TJRJ

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