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Polícia Federal investiga fraudes no auxílio emergencial

Suspeitos podem pagar por crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro

Nesta segunda-feira (09), a Polícia Federal deflagrou a Operação Primeira Parcela. Na operação, a polícia tem o intuito de identificar e desarticular organizações criminosas responsáveis por fraudes no auxílio emergencial. Apenas no estados de São Paulo, há a estimativa de prejuízo de R$ 350 mil aos cofres públicos por pagamentos indevidos do auxílio.

A operação conta com a participação de 60 policiais federais e teve cumprimento de dez mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão em São Paulo, Bahia e Tocantins. Os suspeitos podem pagar pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e estelionato.

A ação faz parte da Estratégia Integrada Contra as Fraudes ao auxílio emergencial. A iniciativa conta com participação da Polícia Federal, Ministério Público Federal (MPF), Ministério da Cidadania, Caixa Econômica Federal, Receita Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU).

O auxílio emergencial foi criado em abril para ajudar trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e desempregados durante a pandemia do novo coronavírus. Inicialmente, seriam pagas três parcelas de R$ 600. O governo prorrogou o programa para mais duas parcelas de R$ 600. Por fim, houve prorrogação por mais quatro parcelas de R$ 300. Neste último caso, nem todos os beneficiários terão direito; todos eles passarão por reanálise.

 

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